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Saúde e Bem-estar

Dermatologista dá dicas sobre modo correto de usar filtro solar

17/12/2012

O uso do filtro solar não é um ato comum entre a maioria dos brasileiros, costume geralmente lembrado com a chegada do verão. Destinado para proteger a pele contra as radiações solares, encontramos filtros em diversos tipos de texturas e marcas, como creme, gel e spray, e seu uso contínuo pode reduzir em até 85% as chances de envelhecimento precoce da pele, aparecimento de rugas e manchas, cancros e o temido câncer de pele, considerado o tumor de maior incidência no Brasil. A escolha dentre essas texturas deve ser observada perante ao seu tipo de pele para facilitar a absorção do produto e potencializar seus benefícios. “Os filtros solares possuem diferenciação em sua textura, sendo cada uma mais indicada a um tipo de pele, para garantir a qualidade da ação do produto. O spray para áreas pilosas, creme para pele ressecada e gel para as oleosas.”, diz Dra. Marília Marufuji Ogawa, dermatologista do Hospital Santa Cruz de São Paulo.

O ideal é aplicar o produto de 15 a 30 minutos antes da exposição do sol, para que a pele o absorva e os efeitos químicos de proteção sejam desejados. “Encontramos hoje filtros de ação imediata, mas mesmo assim o melhor é aplicá-lo na sombra, um pouco antes de se expor ao sol”, ressalta a dermatologista.


 Um fator que muitas vezes pode enganar a população é o estado climático, pelo fato de em dias nublados ou chuvosos o sol não aparecer. Nuvens e chuva não seguram os raios ultravioleta, UVA e UVB, mais intensos nos horários das 10h às 16h. Nesse período os dois agem em conjunto e causam queimaduras cutâneas mais intensas e o uso do filtro solar deve ser o mesmo. O que deve ser levado em conta também na hora de escolher um protetor solar é o FPS – fator de proteção solar – número que mede a proteção contra os raios UVB, considerado mais lesivo para a pele. Quando se usa um FPS 15, por exemplo, a pele leva 15 vezes mais tempo para ficar vermelha e quanto maior o número, mais tempo estará protegido.

O consumo do produto no mercado nacional é bastante baixo, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos – ABIHPEC – em relação ao seu público alvo, uma das causas de problemas dermatológicos serem tão altos, como o câncer de pele no País.

 

Dra. Marília Marufuji Ogawa - CRM 51118

Médica Dermatologista do Hospital Santa Cruz

 

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